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🛢️ Navios danificados no estreito de Hormuz elevaram o temor sobre a oferta global — e o efeito pode chegar ao frete, à inflação e ao bolso.

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Petróleo Brent passou de US$ 111 nesta terça, maior nível desde maio, após novos relatos de navios incendiados perto do estreito de Hormuz. 🛢️🧵 O mercado teme que o conflito reduza ainda mais a passagem de energia pela rota.

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Business @business • 1h

Por que isso importa? Hormuz é um gargalo estratégico: antes da guerra, por ali transitava cerca de 20% da produção mundial de petróleo e gás. Quando a navegação fica arriscada, empresas temem atrasos, danos e falta de produto.

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Business @business • 1h

Os números ajudam a dimensionar: o Brent, referência internacional, chegou a US$ 111,75, alta de 2,01%. O WTI, referência dos EUA, avançou 2,61%, para US$ 101,11. Preço sobe não só pela oferta atual, mas pelo risco de oferta futura.

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Business @business • 1h

Desde sexta, ao menos seis embarcações teriam sido danificadas após passarem por minas marítimas, segundo o relato. Para armadores e seguradoras, cada incidente encarece seguro, muda rotas e reduz a disposição de operar na região.

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Business @business • 1h

A consequência vai além do posto: petróleo mais caro pressiona diesel, querosene de aviação, transporte de mercadorias e parte dos custos industriais. O repasse não é automático, mas pode alimentar inflação se a tensão persistir.

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Business @business • 1h

Há ainda um efeito em cadeia: ataques entre houthis e Arábia Saudita ampliam a insegurança sobre instalações energéticas. Em mercados globais concentrados em poucas rotas e produtores, um choque regional rapidamente vira problema econômico mundial.

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Business @business • 1h

A lição para empresas e governos é clara: diversificar fontes, investir em eficiência e acelerar alternativas energéticas reduz vulnerabilidades. Segurança de abastecimento não depende apenas de petróleo disponível, mas de rotas capazes de entregá-lo.

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