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🇧🇷 A Petronas avalia novas frentes em óleo, gás e GNL no país, enquanto amplia a atuação em postos e lubrificantes. O CCS entra como peça-chave para viabilizar parte dos projetos. 🧵

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⛽ A Petronas quer crescer no Brasil com novos ativos de óleo e gás, negócios de gás natural e GNL — além da expansão em postos e lubrificantes. A estratégia combina energia, varejo e tecnologias para reduzir emissões. 🧵

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Segundo Suhana Sidik, presidente da Petronas no Brasil, a companhia avalia leilões e parcerias com outras empresas. O foco é adicionar ao portfólio volumes considerados competitivos, sem confirmar participação em uma rodada específica.

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Ao mesmo tempo, a empresa está ajustando sua carteira. Em março, a Petrobras exerceu preferência para comprar por US$ 450 milhões os 50% da Petronas em Tartaruga Verde e no módulo III de Espadarte, na Bacia de Campos.

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A Petronas, porém, continua no pré-sal: integra o consórcio de Sépia, na Bacia de Santos. A manutenção dessa posição mostra que a venda de ativos maduros não significa saída do mercado brasileiro de exploração e produção.

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No gás, a companhia vê no GNL uma vantagem competitiva, apoiada em sua experiência internacional. Parte das reservas analisadas tem alta presença de contaminantes, o que pode tornar necessária a captura e o armazenamento de carbono, o CCS.

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A viabilidade desses projetos depende de regras claras. A ANP recebeu atribuições para autorizar, regular e fiscalizar o armazenamento geológico de CO₂, mas as normas complementares ainda estão em elaboração — um ponto decisivo para investimentos de longo prazo.

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Com apoio da Petronas, a CCS Brasil entregou à ANP um estudo que compara regulações de EUA, Noruega, Reino Unido, Austrália, Canadá e Malásia. A disputa agora é por uma regulação que destrave capital, preserve fiscalização ambiental e dê previsibilidade ao setor.

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