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Uma investigação Brasil-Itália expõe como logística portuária, dinheiro e contatos teriam mantido um esquema milionário em operação. 🚢💸

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Uma influenciadora digital e um advogado são suspeitos de assumir negócios ligados à máfia italiana no Brasil, segundo a PF. O caso envolve cocaína, contêineres e uma estrutura milionária de logística internacional. 🚢🧵

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A investigação, feita em parceria por polícias do Brasil e da Itália, mira uma rede associada à ’Ndrangheta — uma das principais organizações mafiosas italianas. O foco não é só o crime em si: é a engrenagem empresarial por trás dele.

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Segundo a PF, após a prisão de Patrick Assisi e Nicola Assisi, em 2019, Paula Simões teria passado a comandar parte das operações no país. Ela é conhecida nas redes por vídeos da rotina e foi presa durante a operação.

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O advogado Patrick Cardoso, que defendia os investigados, também foi preso. Para a polícia, ele teria atuado como ponte entre pessoas presas e integrantes em liberdade — uma acusação que ainda será discutida no processo.

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A rota apontada pelos investigadores usava o Porto de Paranaguá, no Paraná. A droga seria escondida em contêineres com destino à Europa. É o lado sombrio de uma infraestrutura essencial para o comércio brasileiro.

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Também entram na conta doleiros e operações financeiras para circular recursos do tráfico. Ou seja: organizações assim não sobrevivem só de violência; dependem de logística, comunicação, lavagem de dinheiro e brechas de controle.

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O caso reforça uma questão bem prática: portos eficientes precisam vir com rastreabilidade, fiscalização e tecnologia à altura. Proteger cadeias logísticas é proteger empresas honestas, trabalhadores e a economia real.

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