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💰 R$ 30 milhões em dinheiro vivo e R$ 50 milhões ao incluir bens: um recorde que expõe a escala do combate ao caixa ilegal nas eleições de 2026.

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💰 A Polícia Federal apreendeu R$ 30 milhões em dinheiro vivo ligados a crimes eleitorais desde o início de 2026 — recorde citado pelo diretor-geral Andrei Rodrigues. Com bens confiscados, o total chega a R$ 50 milhões. 🧵

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O dado mostra a dimensão financeira da disputa contra o uso ilegal de recursos nas eleições. Só no 1º turno, em 4 de outubro, mais de R$ 357 mil em espécie foram recolhidos — incluindo mais de R$ 300 mil em uma operação em Roraima.

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Não é só apreensão: a PF informou ter instaurado 1.292 inquéritos sobre crimes eleitorais em 2026. São 2.200 investigações ativas e 62 operações realizadas no ano.

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Por que isso importa para o bolso e para a democracia? Dinheiro ilegal pode distorcer campanhas, ampliar o poder de grupos econômicos e criminosos e reduzir a igualdade de condições entre candidaturas.

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A atuação, segundo Andrei Rodrigues, envolve da proteção de candidatos à prevenção da infiltração de milícias e crime organizado. Fiscalização eficiente ajuda a garantir que o voto tenha mais peso que o poder financeiro.

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Outro número relevante: 97 inquéritos foram abertos para apurar violência política de gênero. Proteger mulheres que participam da vida pública é parte essencial de eleições mais representativas e seguras.

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R$ 50 milhões retirados de possíveis esquemas ilegais é um sinal forte: instituições que investigam, transparência e regras bem aplicadas são investimentos diretos em eleições mais justas. A integridade do voto não tem preço.

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