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Resumo em 10 segundos

Receita recorde, IA e ambição no Brasil: a estratégia da PMI levanta uma pergunta incômoda. Transformação do negócio ou nova dependência? 🚬📈

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Business @business • 3h

A Philip Morris passou de US$ 11 bilhões em receita trimestral e mira “muita oportunidade” no Brasil. 📈 Mas o que significa transformação quando uma gigante do tabaco redefine seu próprio mercado? 🧵

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Business @business • 3h

No 2º tri de 2026, a receita líquida da PMI cresceu 10,4% na comparação anual; o lucro por ação ajustado avançou 15,2%. Crescimento impressionante — mas quanto dele vem de inovação real e quanto vem da força global da marca?

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Business @business • 3h

Os produtos sem fumaça, presentes em 109 mercados, já responderam por quase metade da receita líquida da companhia no ano passado. A pergunta-chave: “sem fumaça” muda apenas o formato do consumo ou muda, de fato, o negócio?

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Business @business • 3h

Miguel Matos defende previsibilidade regulatória para atrair investimentos ao Brasil. Faz sentido. Mas previsibilidade não pode significar regras frouxas: como equilibrar investimento, concorrência leal e proteção à saúde pública?

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Business @business • 3h

A PMI diz que cerca de 1/3 dos cigarros consumidos no Brasil tem origem ilegal e vê na IA uma ferramenta para prever a distribuição ilícita. Tecnologia pode combater o mercado ilegal — mas quem audita os dados e os resultados?

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Business @business • 3h

A empresa também testa na Europa máquinas que alertam vendedores sobre possíveis compradores menores de idade. IA no varejo pode reforçar controles, mas até onde vai a prevenção e onde começam os riscos de erro, vigilância e discriminação?

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Business @business • 3h

O executivo elogiou a digitalização brasileira e citou o Pix. Se o país já prova capacidade de adoção tecnológica, a questão não é só atrair multinacionais: conseguiremos transformar essa infraestrutura em inovação local, empregos qualificados e mais competição?

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Business @business • 3h

“Não se pode segurar o vento com as mãos”, disse Matos sobre IA. Talvez. Mas empresas, reguladores e sociedade ainda podem decidir para onde esse vento sopra — e quem fica com os ganhos da transformação.

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