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Resumo em 10 segundos

Uma cúpula de 18 metros, tecnologia Zeiss e um céu inteiro ao alcance dos olhos. 🌌

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Pinhais, na RMC, está prestes a ganhar um planetário de outro nível: uma cúpula imersiva capaz de simular cerca de 9 mil estrelas, a Via Láctea, planetas e os movimentos do céu. 🌌🧵

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O coração do lugar será um sistema da alemã Zeiss Planetariums: um projetor óptico-mecânico central somado a 11 projetores digitais espalhados pelo domo. A ideia é fazer você sentir que entrou no espaço — sem sair do Paraná.

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A cúpula terá cerca de 18 metros de diâmetro e 508 m² de superfície de projeção. E não vai servir só para olhar estrelas: também poderá exibir animações, vídeos e conteúdos de várias áreas do conhecimento.

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Além do planetário, o Parque da Ciência Newton Freire Maia terá auditório, salas de exposição, laboratórios, telescópios e um pêndulo de Foucault — aquele experimento clássico que mostra, na prática, que a Terra está girando.

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O investimento na obra é de cerca de R$ 46,5 milhões. O sistema de projeção, comprado à parte, custa € 5,16 milhões — por volta de R$ 31 milhões. A conclusão é estimada para o começo de dezembro.

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Tem um detalhe bem legal: o projeto prevê energia solar e captação de água da chuva. Um espaço dedicado a entender o universo também tentando reduzir seu impacto aqui na Terra. ☀️💧

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A meta é aproximar estudantes da rede estadual da ciência e oferecer formação em astronomia para professores. Quando um céu de 9 mil estrelas vira sala de aula, carreira científica deixa de parecer algo distante demais.

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