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Resumo em 10 segundos

♟️ Gerard Piqué virou acionista de uma franquia da Global Chess League. Entenda como o xadrez está deixando de ser só hobby para virar negócio global.

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Gerard Piqué acaba de virar acionista estratégico de uma franquia de xadrez — e isso diz muito sobre o mercado esportivo atual. ♟️🧵 O ex-Barcelona entrou na Fyers American Gambits, equipe da Global Chess League, em anúncio feito na Índia.

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A ideia é simples: transformar um jogo tradicional em produto de entretenimento global. Como? Com ligas franqueadas, transmissão digital, patrocinadores, criadores de conteúdo e atletas famosos ajudando a atrair público além dos enxadristas.

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Na prática, uma liga franqueada funciona como uma marca esportiva: cada equipe busca investidores, audiência, parceiros comerciais e identidade própria. É um modelo já conhecido no futebol, na NBA e nos eSports — agora aplicado ao tabuleiro.

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Piqué não chega por acaso. Ele fundou a Kosmos, empresa de esportes e mídia, e já participou de projetos que misturam competição, transmissão e novos formatos. Para investidores, o xadrez oferece alcance internacional e custos bem menores que grandes ligas tradicionais.

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O movimento não é isolado: Erling Haaland, o ex-criquetista Ravichandran Ashwin e o esquiador Johannes Høsflot Klæbo também se aproximaram de projetos do setor. A aposta é que estratégia, pressão e narrativa competitiva podem virar conteúdo recorrente.

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O desafio é não tratar o xadrez apenas como vitrine para celebridades. Para o negócio durar, ligas precisam remunerar jogadores, ampliar a base de fãs e tornar torneios acessíveis a novos públicos. Se acertar essa equação, o tabuleiro pode ganhar um mercado enorme.

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