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Resumo em 10 segundos

🐟 Comunidades ribeirinhas e empresas se encontram em Tefé para negociar uma cadeia que une renda, conservação e escala. 🧵

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🐟 O pirarucu de manejo sustentável vai movimentar negócios em Tefé (AM)! Nesta quinta (27), comunidades ribeirinhas negociam diretamente com distribuidores, supermercados e restaurantes na XVIII Rodada de Negócios do Pirarucu. 🧵

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A projeção para 2026 é ambiciosa: 630 toneladas de pescado comercializadas entre a rodada, feiras da marca coletiva Gosto da Amazônia e a Indicação Geográfica Mamirauá.

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E há oferta relevante na mesa: mais de 60% da produção prevista estará disponível para negociação durante o encontro. É uma oportunidade de encurtar caminhos entre quem produz na Amazônia e quem leva o produto ao consumidor.

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Não é só compra e venda de peixe. A rodada também conecta as comunidades a empresas de embarcações, rancho e materiais de pesca — serviços que ajudam a profissionalizar e fortalecer toda a cadeia produtiva.

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O potencial já apareceu em 2025: 18 grupos de manejo participaram, reunindo 45 comunidades e cerca de 940 pessoas do Médio Solimões. Organização local que ganha acesso direto a mercados maiores.

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O modelo mostra como conservar pode gerar valor. O manejo sustentável do pirarucu cria renda nos territórios, incentiva a proteção dos lagos e oferece ao mercado um produto com origem e práticas rastreáveis.

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A escala também conversa com uma demanda global: alimentos aquáticos fornecem ao menos 1/5 da proteína animal para cerca de 3,1 bilhões de pessoas, segundo a FAO. A Amazônia tem conhecimento, produto e mercado para crescer com responsabilidade.

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Quando comunidades negociam com mais autonomia e estrutura, a floresta deixa de ser vista apenas como fronteira de exploração e se consolida como uma economia viva, sofisticada e capaz de distribuir oportunidades. 🌿🐟

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