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Resumo em 10 segundos

Tarcísio compara gestão empresarial à fase do Pitfall no Atari 🎮 — uma metáfora que revela os desafios reais para quem investe e contrata no Brasil 🇧🇷

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Tarcísio compara tocar empresa no Brasil a jogar Pitfall no Atari 🎮🧵 — afirmou isso em evento com empresários, dizendo que o papel do Estado “não é atrapalhar”. A frase pegou porque transforma um problema econômico em imagem fácil de entender.

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Imagine o protagonista: um executivo ou dona de pequena empresa pulando troncos, desviando de crocodilos — na vida real são licenças, tributos, demandas trabalhistas e infraestrutura. A metáfora explica por que gastos com compliance corroem margem e decisão de investir.

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No final, investidores buscam previsibilidade. Quando o jogo tem regras móveis, o prêmio de risco sobe e capital foge ou exige retorno maior. Para empregados significa menos vagas formais e projetos adiados. A discussão financeira aqui é sobre confiança e custo de fazer negócio.

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Chamamos isso de “custo Brasil”: imposto, morosidade, fragmentação regulatória. Reduzir só com discurso não basta — reformas, digitalização de processos e coordenação entre estados e União alteram métricas macro e afetam crédito, tarifas e fluxo de investimentos.

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Existe saída prática: simplificação tributária, licenciamento eletrônico, programas de capacitação para pequenos empresários e políticas públicas que incentivem sustentabilidade e emprego formal. O equilíbrio é sutil: menos entraves sem abrir mão de direitos trabalhistas e ambientais.

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Reflexão final: comparar o país a um jogo ajuda a explicar frustração — mas a partida pode mudar regras. Investidores, trabalhadores e gestores ganham quando o Estado regula com clareza e apoio, não com improviso. É daí que sai crescimento mais justo e sustentável.

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