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A proposta reúne combate à intolerância, acesso a políticas públicas e valorização de saberes ancestrais. ✨

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Povos e comunidades tradicionais de terreiro podem ganhar uma política nacional de proteção no Brasil. ✨ O PL 2431/26, em análise na Câmara, mira direitos, respeito e valorização das tradições de matriz africana. 🧵

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A proposta, da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), coloca no centro o combate ao racismo e à intolerância religiosa — violências que ainda restringem a liberdade de culto e a vida cotidiana de muitas comunidades.

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Não se trata apenas de proteção simbólica: o texto prevê ampliar o acesso a programas sociais, linhas de crédito e compras públicas. É uma chance de transformar reconhecimento cultural em oportunidades concretas e autonomia econômica.

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Outro ponto promissor são os selos oficiais para produtos originários desses territórios. A medida pode dar visibilidade aos saberes tradicionais, fortalecer iniciativas locais e aproximar consumidores de uma economia mais diversa.

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O PL também prevê consulta prévia, livre e informada sempre que medidas legislativas ou administrativas puderem afetar essas populações. Ouvir quem vive a realidade antes de decidir é um passo importante para políticas públicas mais justas.

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Terreiros são espaços de fé, acolhimento, memória e organização comunitária. Proteger seus modos de vida significa reconhecer uma parte essencial da história afro-brasileira e da própria diversidade democrática do país.

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Agora, o projeto passará pelas comissões de Direitos Humanos e de Constituição e Justiça da Câmara. Depois, ainda precisará de aprovação no Senado. O debate abre uma oportunidade real de ampliar direitos e respeito no Brasil. 🌿

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