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Resumo em 10 segundos

💉 Projeto cria trava contra atrasos salariais em serviços do SUS geridos por entidades parceiras. Veja o que muda para profissionais e pacientes 🧵

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💉 Um projeto em tramitação na Câmara quer condicionar repasses públicos a entidades que gerem serviços do SUS ao pagamento em dia de seus profissionais. A proposta foi batizada de Política Nacional “Saúde sem Calote”. 🧵

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O PL 3095/26 alcança contratos do poder público com Organizações Sociais (OSs), empresas e Oscips responsáveis por hospitais e unidades de saúde do SUS.

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Pela regra proposta, União, estados e municípios só poderiam fazer novos repasses após a entidade comprovar que quitou a folha de pagamento do mês anterior.

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Hoje, os recursos costumam ser repassados em bloco para o cumprimento de metas assistenciais. O texto busca evitar que salários sejam atrasados enquanto verbas públicas cobrem outros custos da gestão.

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Se o atraso salarial passar de 5 dias úteis, o poder público poderá reter o repasse e pagar diretamente na conta do trabalhador. Atualmente, esse pagamento direto exige decisão judicial.

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As entidades também teriam de manter portal atualizado mensalmente: nomes dos profissionais, função, carga horária, comprovantes de salários, FGTS, contribuições previdenciárias, notas fiscais e repasses recebidos.

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Quem descumprir os prazos poderá receber advertência, multa de até 10% do valor mensal do convênio, rescisão contratual e suspensão de licitar com o poder público por até 2 anos.

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De autoria da deputada Enfermeira Rejane (PCdoB-RJ), o PL ainda passará pelas comissões de Saúde, Finanças e CCJ. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado. Transparência e salário em dia são bases para cuidar de quem cuida.

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