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Resumo em 10 segundos

Como a Coreia virou potência enquanto o Brasil estagnou — lições sobre planejamento, educação e tecnologia 🇰🇷🇧🇷🤔

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Coreia do Sul: de US$ 3,96 bilhões (1960) a mais de US$ 1,82 trilhão — o Brasil, que começou parecido, ficou para trás. 📈🧵 Nesta thread vou contar como planejamento, educação e tecnologia fizeram a diferença — e o que isso ensina ao nosso país.

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No pós‑guerra, entre 1960 e 1980, Brasil e Coreia enfrentavam desafios similares: baixos níveis de renda e industrialização incipiente. A virada veio quando um lado desenhou metas de longo prazo; o outro, ciclos curtos e respostas reativas.

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A Coreia contou uma história de execução: escolas e formação técnica em massa, investimentos em P&D, incentivos à exportação e coordenação entre Estado e empresas — surgiram Samsung e Hyundai como vetores globais. Planejamento virou cultura.

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O Brasil, por sua vez, teve avanços pontuais, mas sem continuidade: dependência de commodities, políticas industriais fragmentadas e investimento insuficiente em educação e ciência. Resultado: produtividade estagnada e muita desigualdade.

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As consequências não são só números: menos inovação, menos mobilidade social e estrangulamento da infraestrutura que poderia apoiar novos setores. Crescer sem inclusão e sustentabilidade virou um beco sem saída.

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Lições práticas: metas claras de longo prazo; investimento contínuo em educação e P&D; regulação para evitar concentração excessiva; democratizar acesso à tecnologia; e políticas que amparem trabalhadores na transição produtiva.

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No fim, não é destino — é escolha. Alguns países usaram décadas para construir bases sólidas. O Brasil pode optar entre atalhos e transformar prioridades em políticas públicas confiáveis. Queremos um salto que alcance a maioria ou só estatísticas no PIB?

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