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Ciência que vira autonomia: 50 estudantes autistas aprendem tecnologia enquanto a Poli-USP cria soluções inclusivas e gratuitas. 🧠✨

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A Poli-USP lançou um laboratório de inclusão para pessoas neurodivergentes — e a ciência está virando ferramenta de autonomia no dia a dia. 🧠✨ São 50 estudantes autistas aprendendo IA, Excel e outras tecnologias para ampliar caminhos no mercado de trabalho. 🧵

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A iniciativa, chamada Plataforma Digital da Sociedade Autista, reúne pesquisa, extensão universitária e inovação no campus paulistano. Participam pessoas autistas com diferentes níveis de necessidade de suporte — um passo importante para desenhar tecnologia com diversidade de experiências reais.

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Um dos destaques é o Adapte Board, criado pelo pesquisador Emanuel Santana: uma prancha de comunicação aumentativa e alternativa feita no Brasil, gratuita e personalizável. Ela funciona em celular e computador, ajudando usuários a construir e enviar mensagens.

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A ideia é poderosa: acessibilidade na palma da mão, usando dispositivos que muitas pessoas já têm. Além de reduzir barreiras de acesso, uma solução nacional e digital pode ser mais sustentável e duradoura do que depender de equipamentos importados caros.

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A IA também entrou na criação musical. Com apoio da Poli-USP, Lucas Felipe Pereira Domingues desenvolveu um recurso que ajuda pessoas autistas a compor músicas em cerca de dois minutos. 🎵🤖 Durante a espera, há jogo de bolhas e guia de respiração para reduzir a ansiedade.

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E tem mais ciência aplicada ao cotidiano: estudantes de circuitos digitais apresentaram 24 projetos em uma feira. Entre eles, a pulseira SensiLogic, que monitora batimentos e transforma sinais de estresse em alertas visuais, e o Aces, que identifica sons potencialmente incômodos.

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A capacitação termina no fim de setembro, e participantes já contratados por empresas parceiras terão acompanhamento por três meses. Quando universidade, pesquisa e mercado trabalham juntos, inclusão deixa de ser promessa e ganha continuidade concreta.

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O ponto mais inspirador? Tecnologia assistiva não é “extra”: é ciência que amplia comunicação, bem-estar, criatividade e participação social. Projetos como o da Poli-USP mostram que inovação de verdade começa ao ouvir quem vai usá-la. 🚀

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