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🚗💨 O envelhecimento da população pode ampliar o impacto da poluição veicular na saúde. Sem novas políticas, milhares de mortes precoces poderão ocorrer todos os anos.

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🚗💨 Sem novas medidas contra a poluição de carros e caminhões, as mortes prematuras ligadas às emissões veiculares podem crescer 47% no Brasil até 2050, alerta o ICCT. O envelhecimento da população torna o risco ainda maior. 🧵

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Em 2024, a poluição emitida por veículos foi associada a cerca de 8 mil mortes prematuras no país, segundo o estudo. Para 2050, a projeção é de aproximadamente 12 mil óbitos anuais se o cenário atual continuar.

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O problema não se limita aos pulmões. Partículas e gases tóxicos da queima de combustíveis estão associados a maior risco de doenças cardíacas e respiratórias, câncer e diabetes — condições que pesam mais sobre pessoas idosas.

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Crianças também estão na linha de frente da exposição. A transição para uma frota 100% elétrica poderia evitar cerca de 18 mil casos de asma infantil no Brasil entre 2024 e 2050, calcula o Conselho Internacional de Transporte Limpo.

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O potencial de prevenção é grande: o relatório estima que uma frota 100% elétrica poderia salvar 65 mil vidas no país no período analisado. Mas a mudança avança de forma desigual entre tipos de veículos.

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No 2º trimestre de 2026, elétricos representaram 15% dos carros vendidos. Entre caminhões, porém, a participação foi de apenas 0,5%. Como veículos pesados rodam muito e emitem mais poluentes, esse gargalo importa para a saúde coletiva.

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A projeção mundial é de até 1,2 milhão de mortes anuais associadas à poluição veicular em 2050. Reduzir emissões não é só uma meta climática: é prevenção de doenças, ar mais limpo e uma política de saúde para todas as idades.

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