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Resumo em 10 segundos

Uma decisão apertada suspendeu a inelegibilidade de Marcelo Crivella — mas o processo ainda não chegou ao fim. ⚖️🗳️

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Marcelo Crivella está liberado para buscar uma vaga no Senado em 2026. ⚖️🗳️ Por 4 votos a 3, o TSE manteve suspensa sua inelegibilidade — uma reviravolta em um caso ligado à eleição carioca de 2020. 🧵

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A história começa na Prefeitura do Rio. Crivella foi condenado pelo TRE-RJ por abuso de poder político e econômico no episódio conhecido como “QG da Propina”. A pena: 8 anos de inelegibilidade e multa de R$ 106,4 mil.

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Na prática, aquela decisão regional poderia deixá-lo fora das urnas até depois de 2028. Mas a defesa recorreu, argumentando que os fatos analisados não teriam ligação direta com a disputa eleitoral de 2020.

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O relator no TSE, ministro André Mendonça, suspendeu a inelegibilidade. No plenário, a medida foi mantida por uma margem mínima: 4 a 3. O voto decisivo foi de Kassio Nunes Marques.

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Com isso, Crivella pode registrar e sustentar uma candidatura ao Senado em 2026. Mas há um detalhe central: o TSE ainda não julgou o mérito do processo — ou seja, não decidiu definitivamente sobre a condenação.

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A decisão não apaga a sentença do TRE-RJ; ela interrompe seus efeitos por enquanto. É a diferença entre poder concorrer agora e ter a situação jurídica resolvida de forma definitiva mais adiante.

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O caso expõe como decisões eleitorais, recursos e medidas provisórias podem mudar o tabuleiro antes da eleição. Para o eleitor, transparência sobre os processos e julgamento célere são peças essenciais para uma escolha bem informada.

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Em 2026, Crivella poderá estar na urna. Mas a disputa jurídica segue aberta — e o desfecho do mérito no TSE ainda pode redefinir esse caminho. Num placar de 4 a 3, cada voto no tribunal também redesenha a política.

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