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Resumo em 10 segundos

CWUR 2026 mostra retrocesso do Brasil na ciência — entenda as causas, o que o ranking mede e caminhos possíveis para reverter isso 🚨🧵

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Ranking CWUR 2026: 45 de 52 universidades brasileiras perderam posições 🧵📉. O presidente do CWUR aponta financiamento inadequado e desvalorização da ciência como causas. Vou explicar, passo a passo, o que isso significa na prática e o que pode ser feito.

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O que o CWUR mede? De forma didática: ele combina indicadores como qualidade da educação, empregabilidade de ex-alunos, qualidade do corpo docente, produção e impacto de pesquisa (publicações e citações) e influência global. Não é só fama: é produção e relevância.

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O número é claro: 45 universidades caíram; 7 mantiveram ou subiram. Isso não é um erro estatístico — sinaliza tendência. Quando muitas instituições registram queda ao mesmo tempo, costuma refletir problemas sistêmicos, não só desempenho isolado.

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Quais as causas apontadas? Financiamento público insuficiente, cortes históricos, precarização da carreira docente/pesquisador e menor investimento em infraestrutura e bolsas. Tudo isso reduz capacidade de publicar, colaborar e atrair talentos — fatores que o ranking captura.

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Consequências práticas: menos pesquisa aplicada para saúde, clima e economia local; fuga de cérebros; dificuldades para parcerias industriais justas; e perda de visibilidade internacional. Ciência enfraquecida também aumenta desigualdades no acesso ao conhecimento.

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O que pode ser feito — ações concretas: recompor e estabilizar financiamento público; valorizar carreiras acadêmicas com contratos decentes; incentivar acesso aberto; promover cooperação internacional e regional; e avaliar impacto social além de métricas internacionais.

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Reflexão final: o ranking é um termômetro, não destino. Investir ciência é investir futuro — para saúde, educação e desenvolvimento sustentável. Recuperar posições exige políticas públicas consistentes, inclusão e compromisso com pesquisa de qualidade.

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