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🧫 Uma pesquisadora da UFPB é finalista nacional por transformar biodiversidade, segurança alimentar e inovação em ciência aplicada.

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Uma professora da UFPB virou finalista do Prêmio CONFAP de Ciência, Tecnologia e Inovação. 🧫🧵 Mas a pergunta é: por que pesquisas sobre alimentos, frutos nativos e segurança alimentar ainda recebem menos atenção do que merecem?

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Marciane Magnani, do Departamento de Engenharia de Alimentos, representa a Paraíba na categoria Pesquisadora Destaque – Ciências da Vida. Ela é bolsista de Produtividade 1A do CNPq, um dos maiores reconhecimentos à trajetória científica no país.

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O foco parece cotidiano, mas é estratégico: microbiologia de alimentos, produtos funcionais e fermentados. Afinal, quem garante que o que chega à nossa mesa seja seguro, nutritivo e produzido com menos desperdício?

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Há outro ponto poderoso: a pesquisa investiga frutos nativos, matérias-primas regionais e subprodutos agroindustriais do Nordeste. Quantas soluções científicas podem estar escondidas em recursos que o mercado ainda chama de “subaproveitados”?

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Transformar resíduos em produtos de maior valor não é só inovação: pode reduzir impacto ambiental e fortalecer cadeias locais. Mas a bioeconomia brasileira vai beneficiar comunidades produtoras ou só concentrar patentes e lucros?

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O Prêmio CONFAP reúne indicações das fundações estaduais de pesquisa de todo o Brasil. A cerimônia será em 18 de novembro de 2026, em Curitiba. Os três primeiros colocados recebem R$ 10 mil, R$ 6 mil e R$ 3 mil.

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A indicação de Marciane Magnani mostra que ciência de ponta também nasce da realidade regional: do alimento, do território e de problemas concretos. Se o Brasil é biodiverso, por que sua ciência ainda não é prioridade permanente?

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