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🏛️ A estratégia combina menos confronto direto na campanha e mais pressão institucional no Senado. Entenda o que está em jogo.

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Flávio Bolsonaro evita um embate frontal com o STF na campanha, mas setores da direita apostam em levar a ofensiva contra a Corte para o Senado. 🏛️🧵 Entenda a estratégia e por que ela importa para o equilíbrio entre os Poderes.

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A lógica é simples: atacar diretamente o Supremo pode ampliar tensões com o Judiciário e dificultar a governabilidade de um eventual novo governo. Por isso, a crítica tende a ser “institucionalizada” no Congresso, onde senadores podem propor e pautar mudanças.

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Na prática, o alvo pode incluir propostas que alterem regras do STF, ampliem mecanismos de fiscalização ou questionem decisões da Corte. Cada medida tem rito próprio, mas todas mexem numa área sensível: a independência do Judiciário.

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Por que o Senado é central nisso? Porque cabe aos senadores, por exemplo, aprovar indicações ao Supremo e analisar pedidos de impeachment de ministros. Isso dá à Casa um papel decisivo na relação entre Legislativo e Judiciário.

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Críticas a tribunais fazem parte da democracia. O ponto de atenção é outro: reformas precisam ter base constitucional, debate público e efeitos bem calculados — não servir como retaliação a decisões específicas ou pressão sobre juízes.

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Segundo a apuração do Valor Econômico, parlamentares veem uma crise no Judiciário como oportunidade para a extrema direita avançar com essa agenda. O desafio é separar controle institucional legítimo de tentativas de concentrar poder ou enfraquecer freios democráticos.

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O Estado de Direito não depende de Poderes sem conflitos; depende de conflitos resolvidos por regras, transparência e diálogo. Quando Executivo, Congresso e STF disputam limites, a pergunta essencial é: as mudanças protegem direitos de toda a população?

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