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Preços em queda no Brasil, Chicago pressionado e oferta internacional mudando o jogo 🌱📉

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Semana agitada para a soja: negócios escassos e preços recuando no mercado interno e nos portos; Argentina volta a oferecer soja e os EUA avançam na colheita 🧵

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Resumo dos recuos locais: Passo Fundo (RS) caiu de R$134,00 para R$130,00; Cascavel (PR) de R$134,50 para R$130,00; Rondonópolis (MT) de R$127,00 para R$126,00. No porto de Paranaguá houve queda de R$2,50, com a saca a R$136,00. Negócios seguem escassos.

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O que aconteceu em Chicago? Na CBOT os contratos de novembro recuaram 1,37%, por volta de US$10,11½/bushel. A colheita nos EUA avança sem contratempos — mais oferta = pressão nos preços. Mesmo com dólar em R$5,30–5,35, produtores não se animaram a vender.

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Argentina 'entra no game': maior oferta argentina pressiona os preços globais e amplia concorrência nos portos regionais. Isso muda a dinâmica de basis e frete — pode reduzir a margem do produtor brasileiro, especialmente pequenos agricultores com custos logísticos altos.

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Por que muitos produtores não venderam apesar do dólar relativamente alto? Motivos comuns: expectativa de preço maior, custo de armazenagem, fluxo de caixa, e medo de vender no fundo do mercado. Dica prática: avalie custo de armazenagem vs. oportunidade e considere vendas escalonadas ou hedge.

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Perspectiva didática: no curto prazo, combinação de colheita EUA + oferta argentina mantém pressão. No médio prazo, fatores que revertem cenário: clima (EUA/América do Sul), demanda chinesa e políticas comerciais. Mercados valorizam soja com certificação ambiental — sustentabilidade vira diferencial comercial.

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Reflexão final: em uma semana a CBOT caiu ~1,37% e mercados locais registraram quedas de até R$4,50/saca em pontos internos. Para ganhar resiliência, produtores e traders precisam combinar informação (relatórios USDA/CBOT), gestão de risco e políticas públicas que melhorem logística e acesso a mercados para pequenos agricultores.

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