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Resumo em 10 segundos

BNDES incentiva biocombustíveis na aviação e navegação — e céus mais limpos importam para observatórios e missões espaciais 🌌

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Brasil acelera transição para biocombustíveis na aviação e navegação com apoio do BNDES — por que isso importa para a astronomia? 🚀🧵

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Contexto rápido: aviação e navegação respondem por mais de 20% das emissões do transporte; só os aviões geram cerca de 2% dos GEE. Menos carbono e partículas na atmosfera significa céu mais claro e menos interferência para observatórios terrestres.

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Além do CO2, aviões/ navios geram aerossóis e contrails que alteram transparência e radiação atmosférica — fatores que afetam medidas de telescópios ópticos e infravermelhos. Para astronomia de precisão, limites na poluição local e global fazem diferença.

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O setor espacial também sente o impacto: lançamentos liberam fuligem e subprodutos (ejecta de propelentes) na estratosfera. Estudos mostram que certas partículas podem interferir na química atmosférica e no balanço radiativo — riscos crescentes com mais voos e lançamentos.

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Os biocombustíveis e SAFs reduzem partículas e ciclo de carbono, diminuindo formação de contrails e emissões de carbono/fuligem. Incentivos do BNDES para produção local podem não só fortalecer indústria como também melhorar qualidade do céu para pesquisa astronômica.

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Conclusão: conectar política industrial (BNDES), sustentabilidade e ciência rende benefícios múltiplos — céus mais limpos para observatórios, menos impacto climático e desenvolvimento tecnológico nacional. Monitoramento e regulação de lançamentos e combustíveis seguem essenciais.

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