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Resumo em 10 segundos

Banco do Brasil cai na B3 após notícia de que pode entrar num consórcio para emprestar R$20 bi aos Correios — o que isso significa para mercado, caixa público e serviços essenciais? 📉

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Ações do Banco do Brasil caem após notícia de possível empréstimo de R$ 20 bilhões aos Correios 📉🧵 Explico o que isso muda pro BB, pro mercado e pro serviço postal que milhões usam.

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No pregão a queda foi sentida: por volta das 15h05 as ações recuavam 1,55%, a R$ 20,38 (mínima até então R$ 20,29). Curioso: enquanto o BB cai, o Ibovespa subia 0,51% aos 142,4 mil pontos — sinal de reação específica ao risco pro banco.

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O que saiu: o presidente dos Correios, Emmanuel Rondon, disse que a estatal negocia um eventual empréstimo de R$ 20 bi com um grupo de bancos — e o Banco do Brasil estaria nesse consórcio. A operação teria garantia do Tesouro Nacional e mira reforçar o caixa em 2025/26.

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Por que o mercado desgosta? Simples: entrar nessa operação aumenta a exposição do BB a uma estatal deficitária, levanta questões de governança e risco para acionistas. Há também o receio de moral hazard quando há garantia pública envolvida.

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Contexto dos Correios: a estatal teve prejuízo de R$ 4,37 bi no 1º semestre de 2025. Um empréstimo bilionário pode dar fôlego e manter serviços essenciais (entrega em áreas remotas, inclusão digital), mas não resolve problemas estruturais sem plano claro.

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Do ponto de vista público: crédito com garantia do Tesouro pode ser legítimo para preservar um serviço estratégico, mas precisa de transparência, contrapartidas e proteção aos trabalhadores. Ninguém quer socializar perdas sem controle e exigir sacrifício dos contribuintes.

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Fica a reflexão final: R$ 20 bi pode ser a diferença entre manter um serviço público crucial ou agravar rombo fiscal. A solução precisa ter regras claras, fiscalização independente e foco em sustentabilidade do serviço — vamos acompanhar os próximos passos.

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