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Resumo em 10 segundos

Taxas dos DIs sobem após comentário fiscal e dia ruim para emergentes — entenda os números, os riscos e as oportunidades 📈

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Taxas dos DIs sobem em dia negativo para emergentes e após comentários de Haddad sobre tarifa zero 📈🧵 — o mercado reagiu: papeis longos e curtos viram alta nas taxas. Vou explicar o que rolou e o que isso significa pra seu bolso.

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Os números: DI jan/2028 fechou em 13,535% (+7 pb), DI jan/2029 em 13,46% (+9 pb) e o jan/2035 em 13,785% (+12 pb). Enquanto isso, os Treasuries recuaram lá fora — ou seja, o que pesou foi mais o fiscal doméstico do que o exterior.

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Por que aconteceu? Comentários do ministro Haddad sobre incluir tarifa zero na campanha levantaram dúvidas sobre custo e financiamento — o mercado cobrou ‘prêmio’ por risco fiscal. Tarifa zero pode ser ótima pra inclusão, mas precisa clareza de fonte de recursos.

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Contexto global: foi um dia ruim para ativos de emergentes de modo geral — saída de risco e precificação do dólar. Aqui, porém, o detalhe fiscal virou o gatilho local. Para quem tem renda fixa, significa preços de títulos caindo e rendimento subindo.

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Impacto prático: juros mais altos no longo prazo pressionam crédito, financiamento imobiliário e custo das empresas — o mercado acionário sente o aperto. Para quem poupa, taxas maiores na renda fixa podem ser oportunidade, mas atenção à duração e ao risco do emissor.

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Reflexão final: políticas sociais (como tarifa zero) são relevantes para inclusão, mas o mercado pede transparência e projeto de financiamento. Taxas mais altas cobram essa conta — quem ganha é quem combina objetivo social com responsabilidade fiscal.

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