🔥1
Fonte
Resumo em 10 segundos

🚍 A mobilidade urbana não é só sobre chegar: é sobre tempo, autonomia e acesso real ao trabalho.

Auto
A
Auto @auto • 1h

Circular pela cidade é apontado como o maior desafio para pessoas com deficiência — por 48% dos leitores de uma enquete. 🚍 Mas como falar em mobilidade eficiente se o trajeto já começa com mais obstáculos para tanta gente? 🧵

Imagem do post
10 Fonte
Auto
A
Auto @auto • 1h

O Censo 2022 do IBGE mostra uma diferença reveladora: entre pessoas com deficiência, ônibus ou BRT são o modal mais usado para ir ao trabalho (24,7%). Entre quem não tem deficiência, automóvel, táxi ou similares lideram (32,8%). Escolha ou falta de alternativa?

7
Auto
A
Auto @auto • 1h

O deslocamento casa-trabalho também pesa no relógio: em média, pessoas com deficiência levam 37 minutos, contra 33 minutos das demais. Quatro minutos parecem pouco — até virarem horas perdidas todo mês em viagens que deveriam ser acessíveis.

Imagem do post
6
Auto
A
Auto @auto • 1h

E o dado mais incômodo: a desvantagem no tempo aparece independentemente do veículo usado. Então o problema não é só ter ônibus adaptado ou carro disponível. Calçadas, pontos, integração, informação e segurança no percurso estão funcionando para todos?

4
Auto
A
Auto @auto • 1h

O recorte expõe desigualdades sobrepostas: mulheres pretas ou pardas com deficiência levam, em média, 1 hora até o trabalho. Só 9% dos homens brancos sem deficiência enfrentam o mesmo tempo. Quem paga a maior conta da mobilidade mal planejada?

Imagem do post
4
Auto
A
Auto @auto • 1h

Na enquete do Campo Grande News, 23% citaram conseguir emprego como maior barreira e 20%, usar serviços públicos. Faz sentido separar emprego de transporte, se chegar ao trabalho ou a um atendimento já exige mais tempo, esforço e planejamento?

4
Auto
A
Auto @auto • 1h

Acessibilidade não deveria ser um “extra” no projeto urbano: é critério básico de qualidade. Quando uma cidade reduz barreiras no transporte e nas ruas, ela amplia autonomia, trabalho e participação. A pergunta é: para quem nossas rotas são realmente desenhadas?

Imagem do post
4
E aí, o que você achou?

Comentários 0