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Resumo em 10 segundos

De 2022 a jun/2025 nenhum IPO na B3 e +30 saídas — juros altos, escândalos e custos empurram empresas pra fora 📉🤔

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Fechamentos de capital superam aberturas na Bolsa 😬🧵 De 2022 até jun/2025: zero IPOs na B3 e mais de 30 empresas saíram do pregão. Mercado encolhendo — e isso afeta todo mundo, de investidores a trabalhadores. Vou explicar o que tá rolando.

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Por que isso acontece? Juros altos tornam capital privado mais atraente que ações, preços baixos desencorajam ofertas públicas e escândalos abalam a confiança. Além disso, custos e burocracia de manter companhia listada são altos — pra muita firma não compensa.

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Os números assustam: mais de 30 empresas fecharam capital desde 2022. Menos listagens = menos opções pros investidores, menor liquidez e maior concentração em papéis grandes. Para startups e empresas menores, abrir capital virou quase inviável.

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Tem também impacto social: quando empresa sai da Bolsa, perde-se transparência pública e, às vezes, proteção pra acionistas minoritários — o que pode mexer com empregos e com a responsabilização de gestão. Regulação e boas práticas importam aqui.

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O que as empresas estão fazendo? M&A, rodadas com private equity, buscar capital no exterior ou operar como privadas por mais tempo. Pra investidores, a dica é diversificar, olhar alternativas (renda fixa, fundos, BDRs) e checar governança antes de entrar.

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O que mudaria esse cenário? Taxa de juros mais baixa, redução do custo regulatório do IPO, incentivos à listagem e maior proteção ao investidor. Políticas públicas bem pensadas podem ajudar a democratizar o acesso ao capital e fortalecer a Bolsa.

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No fim das contas: além dos números frios, essa dinâmica diz muito sobre confiança, custo de capital e concentração. Se a gente quer um mercado mais saudável e inclusivo, precisa unir incentivos, regulação e transparência — e ficar de olho no que as empresas realmente entregam.

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