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Resumo em 10 segundos

Rodrigo Albuquerque troca parte do foco em pets pelo sênior living — um mercado que já movimenta R$ 2 trilhões por ano no Brasil. 🧓📈

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O CEO que levou a Petland ao topo do varejo pet brasileiro agora mira a longevidade. 🧓📈 Rodrigo Albuquerque será COO da Terça da Serra, maior rede de sênior living do país, a partir de 1º de outubro. O que ele viu nesse mercado? 🧵

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Primeiro, o tamanho da mudança demográfica: o Brasil já tem mais pessoas com mais de 60 anos (15,6% da população) do que jovens de 15 a 24 anos (14,8%), segundo o IBGE. São mais de 32 milhões de idosos — e suas necessidades estão redesenhando negócios.

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É daí que vem a chamada “economia prateada”: produtos e serviços voltados à população 50+. Ela movimenta cerca de R$ 2 trilhões por ano no Brasil, e os idosos já respondem por 39% do PIB. Não é um nicho: é uma transformação estrutural do consumo.

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Sênior living, em termos simples, são moradias com serviços, convivência e suporte adaptados para a terceira idade. O desafio é não confundir oportunidade financeira com solução automática: qualidade do cuidado, autonomia e equipes bem capacitadas são a base do modelo.

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A Terça da Serra tem 124 unidades em 25 estados e 70 municípios, com mais 40 em implementação até 2027. A rede projeta faturar R$ 300 milhões em 2026 e chegar a 300 casas, com R$ 1 bilhão em receita, em 2030.

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O modelo é de franquias: a rede recebe royalties e os franqueados operam as unidades. Albuquerque entra para organizar fornecedores, elevar o valor para franqueados e criar novas receitas. Ele também terá opção de comprar participação na empresa em até 12 meses.

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A aposta revela uma lição de negócios: envelhecer deixou de ser apenas uma pauta de saúde e virou uma grande agenda econômica. O crescimento será relevante se vier acompanhado de acesso, atendimento digno e estruturas que respeitem a independência de cada idoso.

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