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Resumo em 10 segundos

Decisão do MME com base no ONS: sem horário de verão em 2025. Mais do que horários, é sobre segurança energética e futuro sustentável 🌿🕒

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Governo descarta retorno do horário de verão em 2025 🕒🧵 O Ministério de Minas e Energia, apoiado em estudos do ONS, anunciou que a medida não será adotada — reservatórios estão estáveis e a economia de energia do horário perdeu relevância. Vou contar o porquê disso importar além do relógio.

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O horário de verão está suspenso desde 2019. Antes, a ideia era reduzir picos de consumo no fim do dia e poupar energia. Mas mudanças tecnológicas (LEDs, eletrodomésticos mais eficientes) e novos hábitos de consumo reduziram esse ganho — a medida passou a ter menos impacto prático.

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O ONS confirmou que os reservatórios seguem em níveis satisfatórios e, em parte seca, registraram volumes superiores aos de 2024. O MME deixou claro: só volta o horário em caso de necessidade energética urgente. A história agora é sobre resiliência do sistema elétrico.

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O anúncio reacende um velho embate: setores como comércio e turismo defendem o retorno para estimular consumo vespertino; outros apontam pouco ganho real e custos sociais. Vale lembrar: impactos regionais são diferentes — o Sul sempre sentiu mais efeitos do horário de verão.

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Além do debate imediato, a decisão espelha uma mudança maior: a diversificação da matriz com mais solar e eólica fortalece a segurança energética. É também uma oportunidade para políticas públicas que priorizem justiça social, proteção a trabalhadores e acesso democrático à energia.

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Reflexão final: o ONS projeta estabilidade dos reservatórios até 2026 e o MME condiciona qualquer retomada a uma emergência. Mais do que ajustar relógios, essa decisão aponta para um Brasil que precisa equilibrar segurança energética, sustentabilidade e o apoio a setores e trabalhadores afetados.

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