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Resumo em 10 segundos

13 mulheres morreram no RS este ano. Por que o Estado fica de fora do Pacto Nacional? 🤔🧵

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Por que o governo gaúcho ainda não assinou o Pacto Nacional contra o Feminicídio? ❗🧵 Desde o começo do ano 13 mulheres foram vítimas no RS. Enquanto Executivo, Legislativo e Judiciário federais participaram do lançamento em Brasília, o Estado permanece de fora. Falta técnica ou escolha política?

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O que está em jogo no pacto? Coordenação entre esferas, protocolos de investigação, assistência às vítimas e capacitação de profissionais. Se a maioria dos estados já concordou, por que o RS trava a adesão? Estamos falando de salvar vidas ou de evitar compromissos orçamentários?

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Quem mais sofre com essa demora? Mulheres negras, indígenas, LGBTQIA+ e moradoras de áreas rurais já enfrentam mais barreiras no acesso à proteção. O pacto prevê atenção a essas desigualdades — vai o governo gaúcho priorizar inclusão ou manter políticas genéricas que não alcançam as mais vulneráveis?

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E as estruturas locais — delegacias especializadas, casas-abrigo, equipes de saúde e assistência social — foram consultadas? A não assinatura atrasa treinamentos e repasses? Quem fala em nome das trabalhadoras desses serviços que lidam com violência diariamente?

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Assinar é simbolismo vazio ou compromisso com orçamento, metas e fiscalização? Se o entrave for ‘insegurança jurídica’ ou ‘ajuste técnico’, por que não abrir diálogo público com movimentos de mulheres e com o Ministério Público? Transparência ou jogo político por trás do silêncio?

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Reflexão final: 13 vidas perdidas no RS não são estatística abstrata. Se a assinatura do pacto atrasa medidas práticas, a pergunta é direta: quem paga por esse adiamento e que interesses sustentam essa escolha? Exigir explicações claras é proteger vidas, não discursos.

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