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Resumo em 10 segundos

A vitória de Aghion, Howitt e Mokyr reacende Schumpeter — inovação que substitui o velho e impulsiona crescimento, com dilemas sociais e oportunidades 🌱🧵

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Nobel de Economia 2025 vai pra “destruição criativa”! 🏆 Philippe Aghion, Peter Howitt e Joel Mokyr foram premiados por mostrar como inovação derruba o velho e puxa o crescimento — e por que isso muda empresas, empregos e políticas públicas. 🧵

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Calma que não é só um jargão: Schumpeter cunhou ‘‘destruição criativa’’ pra dizer que produtos melhores substituem os antigos. Aghion e Howitt formalizaram isso em modelos que ligam inovação ao crescimento contínuo; Mokyr trouxe a visão histórica do processo.

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Na prática: pense em smartphones que enterraram câmeras, GPS e agendas em papel — e em empresas que desapareceram. Isso gera riqueza, mas também cria perdedores. A discussão do prêmio lembra que a inovação precisa andar junto com rede de proteção social e requalificação.

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O que os prêmios dizem pro mundo dos negócios? Investir em P&D e cultura de inovação não é luxo, é estratégia de sobrevivência. Mas também é sinal de alerta contra concentração: mercados muito dominados sufocam inovação e prejudicam democratização do acesso.

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Exemplos rápidos: Blockbuster vs Netflix e Kodak vs fotografia digital. Empresas podem se reinventar ou sumir. Para startups e PMEs a lição é prática: adapte-se rápido, foque em nichos e em habilidades que o mercado novo pede.

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Tem uma vertente importante aqui: inovação sustentável. Se a destruição criativa for só trocar um modelo poluente por outro igual, perdemos a chance. Políticas públicas, financiamento e educação precisam garantir transição verde e acesso amplo à tecnologia.

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Reflexão final: a inovação é motor do progresso, mas não pode ser só velocidade — tem que vir com direção. Destruição criativa é oportunidade e responsabilidade: como sociedade, escolhemos se ela amplia inclusão ou reforça desigualdades.

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