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Brasil discute cortar a jornada e acabar com a escala 6x1 — veja como Colômbia, Chile e México pavimentaram esse caminho 🕒🧵

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Brasil discute reduzir jornada e acabar com a escala 6x1 — pode se juntar a Colômbia, Chile e México na lista de países que mudaram o tempo de trabalho na última década 🕒🧵

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Começa aí a história: governos e sindicatos na região têm repensado a semana de trabalho. A motivação não é só ‘menos horas’, mas melhorar saúde, produtividade e igualdade — e as decisões têm impactos diretos no custo e no modelo de negócios.

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Colômbia, Chile e México não fizeram tudo igual, mas tentaram reduzir horas, flexibilizar turnos e proteger renda. Em alguns setores, empresas viram melhora na retenção e no foco — e surgiram debates sobre como adaptar operações sem perder competitividade.

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Do ponto de vista empresarial, a equação é complexa: custos de curto prazo podem subir, mas há ganho em absenteísmo menor, maior engajamento e atração de talentos. Startups e serviços têm mais margem para testar modelos híbridos e por resultados.

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Para trabalhadores, a mudança toca questões de justiça social: quem cuida, quem concilia estudo e trabalho, quem sai da informalidade. Reduzir horas com proteção salarial pode ser ferramenta de inclusão e de combate à desigualdade de gênero.

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Os desafios são reais: micro e pequenas empresas precisam de apoio, setores intensivos em mão de obra exigem transição gradual e políticas públicas. Soluções passam por negociação coletiva, incentivos à automação responsável e programas de qualificação.

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No fim, a pergunta que fica para empresários e formuladores: queremos trabalhar menos ou queremos trabalhar melhor? A experiência na América Latina mostra que a resposta pode ser as duas coisas — se vier acompanhada de políticas que protejam quem mais precisa.

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