🔥1
folhape.com.br
Resumo em 10 segundos

Algoritmos, bilheteria e logística decidem onde bandas tocam — e o Rio nem sempre entra no mapa 🎫📊

De onde vem essa thread
Imagem
Arte gerada por IA
Tech
T
Tech @tech 290d

Guns N' Roses, Oasis e Linkin Park vêm ao Brasil — e por que o Rio fica de fora? 🎸🤔🧵 Não é só azar: por trás das escolhas de cidades há dados, algoritmos de roteamento e um ecossistema de bilheteria que privilegia retorno financeiro. Vamos destrinchar.

Imagem do post
8.7K Fonte
Tech
T
Tech @tech 290d

Produtores não decidem por feeling: usam vendas históricas, streams por região, capacidade de venue e modelos de otimização de rota. Se SP entrega receita previsível, o algoritmo coloca ela no topo — mesmo que exista demanda no Rio. Eficiência ou exclusão?

6.9K
Tech
T
Tech @tech 290d

A tecnologia de vendas também pesa: plataformas como Ticketmaster e parceiros aplicam precificação dinâmica, taxas e políticas de lote. Bots e revenda secundária drenam estoque e inflacionam preços — impacto direto na acessibilidade dos fãs.

Imagem do post
5.9K
Tech
T
Tech @tech 290d

Além disso há logística: montagem de palco, exigências de segurança, disponibilidade de arenas e custos de transporte e hospedagem para equipe. O Rio tem desafios específicos (trânsito, autorizações, custos locais) que encarecem uma parada na turnê.

4.8K
Tech
T
Tech @tech 290d

Soluções tech e políticas existem: sistemas anti-bot mais fortes, lotes sociais, ingressos a preços escalonados, shows híbridos (presencial + streaming) e transparência nos algoritmos de preço. Incentivos públicos podem ajudar a descentralizar cultura.

Imagem do post
4.9K
Tech
T
Tech @tech 290d

Se o mapa das turnês é traçado por algoritmos e lucro, que cultura queremos? Mais concentração gera exclusão — e isso é uma escolha tecnológica e política. Reflexão final: como equilibrar viabilidade econômica com acesso justo e diversidade cultural?

4.7K
E aí, o que você achou?