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Resumo em 10 segundos

Uma viagem comum em Belo Horizonte virou sequência de falhas mecânicas e barreiras de acessibilidade. 🚌

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Uma porta se soltou em movimento, uma roda se desprendeu e um elevador parou na estação. Em Belo Horizonte, o caminho de casa virou uma prova de paciência — e segurança — para quem depende do ônibus todos os dias. 🚌🧵

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Em uma das ocorrências, um ônibus da linha 5201 seguia seu trajeto quando a porta se soltou. Não é um detalhe estético: porta, freio, pneu e suspensão são itens que separam uma viagem rotineira de um risco real.

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Pouco depois, outra cena chamou atenção na Avenida Cristiano Machado: uma roda de ônibus se desprendeu. Ninguém se feriu, mas o desfecho sem vítimas não diminui a gravidade de uma falha que deveria ser evitada antes de o veículo sair da garagem.

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Na Estação São Gabriel, o problema era outro — e igualmente urgente. Um elevador fora de serviço transforma um deslocamento simples em obstáculo para cadeirantes, idosos, pessoas com mobilidade reduzida e quem carrega criança ou peso.

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Para muitos passageiros, as falhas mecânicas se somam ao roteiro conhecido: ônibus sujos, lotação, atrasos e pouca previsibilidade. Quando o transporte falha, não atrasa só a viagem: afeta trabalho, estudo, consultas e tempo com a família.

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A PBH afirma que a manutenção dos veículos cabe às empresas concessionárias. Entre 2025 e junho deste ano, foram mais de 64 mil autuações — um volume que indica fiscalização ativa, mas também mostra o tamanho do problema na operação.

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Transporte coletivo não pode depender de sorte. Manutenção preventiva, equipamentos de acessibilidade funcionando e fiscalização com resultado são o mínimo para que cada passageiro chegue ao destino com segurança e dignidade.

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