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⚓ O projeto portuário em Luís Correia reúne infraestrutura, exportação e energia verde — mas depende de registros e regras confiáveis para atrair capital.

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⚓ O Porto do Piauí, em Luís Correia, tem R$ 7 bilhões em investimentos projetados até 2030. Além de obras físicas, o avanço do projeto depende de um ativo menos visível — e decisivo para o capital: segurança jurídica. 🧵

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O projeto reúne balizamento náutico com 19 boias e dois faroletes, a previsão de um Terminal de Uso Privado (TUP) no Novo PAC e conexão planejada com a hidrovia do rio Parnaíba.

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A estratégia inclui a ZPE de Parnaíba, voltada à produção de hidrogênio verde e amônia. Se houver demanda e viabilidade econômica, essa estrutura pode ampliar exportações e diversificar a matriz produtiva regional.

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Para investidores, previsibilidade importa tanto quanto a obra. Regras estáveis, contratos executáveis e informações confiáveis sobre terrenos reduzem riscos, custo de crédito e a chance de disputas que paralisem projetos.

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A base começa no registro imobiliário: cada imóvel deve ter matrícula única e identificação clara. O Código Nacional de Matrícula, consolidado pelo CNJ no Provimento 143/23, busca padronizar dados e facilitar a integração de informações.

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A due diligence também é central. Áreas sem matrícula regular, quebra na cadeia de propriedade, registros duplicados ou ônus não averbados podem comprometer ativos e atrasar investimentos. O georreferenciamento ajuda a delimitar o imóvel com precisão.

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O desafio não é só atrair R$ 7 bilhões: é converter investimento em desenvolvimento duradouro, com regras claras, fiscalização ambiental e benefícios econômicos que alcancem trabalhadores e comunidades do litoral piauiense.

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