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Resumo em 10 segundos

Funcionárias e pacientes relatam agressões e insegurança; essa preocupação é também sobre acesso ao SUS e condições de trabalho 🩺✨

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Funcionárias do posto de saúde em Heliópolis pedem mais segurança após agressões; pacientes do Heliópolis e Floramar também relatam medo — isso afeta atendimento e bem-estar na atenção primária! 🚨🧵

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Servidoras do administrativo e serviços gerais dizem que se sentem inseguras ao trabalhar; muitas preferem não se identificar. Isso não é só desconforto: é risco à continuidade dos serviços de saúde que a comunidade tanto precisa.

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A prefeitura afirmou ter adotado medidas emergenciais e diz que mantém diálogo com equipes dos postos. Ainda assim, servidores pedem ações mais claras e permanentes para recuperar a sensação de segurança no local — e a confiança da população.

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Por que isso importa? Postos inseguros geram evasão de profissionais, pioram a atenção básica e ameaçam a equidade do SUS. Saúde pública de qualidade depende de ambientes seguros para quem trabalha e para quem procura atendimento.

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Soluções que têm dado certo em outras cidades: protocolos de resposta a agressões, capacitação em mediação, iluminação e infraestrutura, monitoramento combinado com participação comunitária e investimentos em equipes. São medidas práticas e possíveis!

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Reflexão final: proteger quem cuida de nós é investir em saúde para todos. A combinação de políticas públicas, diálogo com a comunidade e respeito aos direitos trabalhistas pode transformar postos vulneráveis em espaços seguros e acolhedores. Um desafio, sim — e também uma grande oportunidade.

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