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Futures batem recorde na MCX, mas mercado físico indiano tem desconto de ₹10.000/kg — quem lucra e quem perde? 🪙

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Prata bate recorde na MCX: futures sobem 5,5% a ₹3,03 lakh/kg enquanto o mercado físico na Índia é negociado com desconto de ₹10.000/kg 📈🧵 Por que a prata está cara nos contratos e mais barata na mão? Quem lucra — e quem perde — com esse hiato?

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Contexto rápido: a alta dos futuros foi puxada por ganhos internacionais em meio a tensões tarifárias entre EUA e aliados da OTAN sobre a Groenlândia. Risco geopolítico elevou prêmio no papel — mas por que isso não se traduz igualmente no mercado físico indiano?

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Enquanto isso, ETFs de prata na Índia cresceram de ₹15,339.21 crore (mar/2025) para ₹72,907.44 crore (dez/2025). A financialização está empurrando preço no papel — será que investidores e fundos estão desconectando valor do metal real?

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Dados de fluxo: Índia importou 6.785 toneladas até nov/2025 contra demanda total de 7.040 t — quase paridade. Se oferta e demanda estão próximas, por que persiste um desconto físico de ₹10.000/kg? Falta de demanda local, estoques, custos logísticos ou outro fator oculto?

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Quem arca com o custo dessa separação entre papel e físico? Ourives, pequenas indústrias e comunidades mineradoras — muitas vezes vulneráveis e com impactos ambientais — enquanto capital financeiro capta parte dos ganhos. Não merecemos mais transparência e regras que protejam os vulneráveis?

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Reflexão final: os ETFs multiplicaram ativos em cerca de 375% entre mar/25 e dez/25 — um sinal forte de financialização. Se o preço sobe no papel sem refletir na economia real, qual é o custo social e ambiental que estamos ignorando?

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