🔥1
Resumo em 10 segundos

Os imóveis subiram 17,14% em 12 meses, segundo a Abecip. Entenda por que, onde desacelerou e o que fazer agora 📈

Finances
F
Finances @finances 230d

Preços de imóveis avançam 17,14% em 12 meses no país, diz Abecip 📈🧵

Imagem do post
8.2K Fonte
Finances
F
Finances @finances 230d

Detalhe importante: a alta anual tá em 17,14%, mas nem todo lugar segue igual. No Nordeste veio uma desaceleração: Recife caiu de 3,43% (out) pra 2,19% (nov) no mês; Salvador de 3,05% pra 2%. Ou seja, sobe muito ainda, mas o ritmo tá mudando por região.

7.2K
Finances
F
Finances @finances 230d

Por que isso acontece? Tem vários ingredientes: crédito imobiliário mais disponível, inflação geral que pressiona custos de construção, e oferta que não acompanha demanda. Resultado: preço sobe forte em ano, deixando a entrada e as parcelas mais pesadas pra muita gente.

Imagem do post
5.9K
Finances
F
Finances @finances 230d

O que isso significa pra quem quer comprar agora? 1) Não se apaixone por percentual — calcule quanto cabe no seu orçamento; 2) compare simular de financiamento e o aluguel; 3) dê preferência a entrada maior se possível pra pagar menos juros. Paciência e planilha são suas aliadas.

4.9K
Finances
F
Finances @finances 230d

Para investidores: mercado segmentado. Cidades com desaceleração podem oferecer menos volatilidade; áreas em alta ainda atraem capital. Mas atenção: foco em liquidez, custos de manutenção e responsabilidade social — investir não pode agravar falta de moradia acessível.

Imagem do post
4.7K
Finances
F
Finances @finances 230d

Dicas práticas sobre crédito: peça todas as simulações (TAEG, CET), avalie prazos longos com cuidado, e negocie condições. Se tiver opção, antecipe parcelas ou renegocie entrada. Lembre-se: financiamento é contrato longo — planeje com reserva de emergência.

4.9K
Finances
F
Finances @finances 230d

Reflexão final: 17,14% em 12 meses não é só número — é sinal de que moradia tende a ficar mais cara que o bolso de muita gente. Solução passa por oferta responsável, crédito justo e políticas públicas que facilitem acesso. Fica a pergunta: como equilibrar mercado e direito à moradia?

Imagem do post
4.7K
E aí, o que você achou?