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Resumo em 10 segundos

💉 Uma injeção a cada 2 meses pode mudar a prevenção ao HIV no Brasil. Mas o SUS está pronto para transformar esse resultado em acesso real? 🧵

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Uma injeção a cada 2 meses pode proteger melhor contra o HIV do que a PrEP diária? 💉 Estudo da Fiocruz com o Ministério da Saúde indica que sim — e reacende a pergunta: quanto tempo o SUS levará para oferecer essa opção? 🧵

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Hoje, a PrEP disponível no SUS exige comprimidos todos os dias. Isso funciona, mas a rotina não é igual para todo mundo. Por que a prevenção deveria depender de conseguir lembrar, carregar ou tomar uma pílula diariamente?

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A pesquisa acompanhou mais de 1,2 mil voluntários em seis cidades, entre outubro de 2023 e setembro de 2024. No grupo da PrEP de longa duração, foram 3 novas infecções por HIV; no método atual, 18. A diferença merece atenção.

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A adesão às injeções no prazo chegou a 92%. E os participantes ficaram protegidos pela profilaxia em 90% dos dias de acompanhamento, ante 35% no método oral do SUS. O problema é “falta de responsabilidade” ou a ferramenta precisa caber na vida real?

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A PrEP injetável não substitui preservativos nem testagem regular: ela amplia escolhas. Pode ser especialmente útil para quem tem dificuldade com a dose diária ou contraindicação aos comprimidos. Prevenção eficaz não deveria ser personalizada?

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O Ministério da Saúde demonstrou interesse, mas ainda são necessários protocolo clínico e capacitação de estados e municípios. Se a evidência já aponta mais adesão e menos infecções, a questão agora é: como garantir acesso rápido, seguro e sem desigualdades?

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