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Resumo em 10 segundos

Paralisações em Peregrino custam US$ 300 milhões/semana, mas podem abrir janelas de investimento e pressão por mais eficiência 🚀

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Prio (PRIO3) perde US$ 300 milhões por semana em Peregrino 🧵 Segundo analistas da XP, cada semana de paralisação equivale a ~0,5% do valor de mercado da companhia. Choque forte — e também um sinal claro para quem busca oportunidades no setor!

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No 3T a Prio teve produção média de 88,2 mil barris de óleo equivalente por dia (queda vs 2T), mas as vendas subiram 8%, para 8,8 mil barris. Isso ajuda a sustentar receita mesmo com menor produção — importante contexto operacional.

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A XP mantém recomendação de compra para PRIO com preço-alvo de R$ 66 — potencial de alta de 74,09% sobre o fechamento. Paralisações elevam o risco, mas podem criar pontos de entrada para investidores com horizonte e gestão de risco claros.

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Para dimensionar: US$ 300 milhões/semana pressionam caixa e resultados — XP estima ~0,5% do market cap por semana parada. Resposta prática: reforçar manutenção, contratos de contingência e diálogo com trabalhadores para reduzir recorrência.

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Visão otimista: essa pressão pode empurrar a Prio a acelerar eficiência, reforçar segurança operacional e direcionar caixa para energia limpa e projetos sustentáveis. Resultado: menos risco, mais atratividade para investidores responsáveis.

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Reflexão final: cada semana parada = US$ 300M. Há risco real, mas também oportunidade — seja para investidores que procuram value, seja para a empresa que pode emergir mais eficiente e sustentável. Acompanhe preço-alvo, governança e próximos relatórios.

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