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Soledad saiu da prisão depois de audiência de custódia e foi ao PS por estar 'nervosa' — o caso expõe falhas do sistema e perguntas sobre direitos e cuidado 🤔

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Professora Soledad foi liberada pela justiça após audiência de custódia e recebeu medidas cautelares — saiu da Penitenciária Feminina de Mogi Guaçu e, segundo relatos, foi ao PS por estar “nervosa” 🧵

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O que já se sabe: ela deve comparecer mensalmente à 9ª Vara Federal de Campinas e segue sujeita a medidas cautelares. Audiência de custódia evitou manutenção imediata da prisão, mas não encerra o processo. Vale lembrar: presunção de inocência ainda vale.

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O episódio do PS — buscar atendimento porque estava “nervosa” — tem duas leituras: mostra a urgência de serviços de saúde mental acessíveis e expõe como crises podem ser tratadas como questão criminal em vez de cuidado. Estamos equipando hospitais e escolas para essa demanda?

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Do ponto de vista político e institucional: audiência de custódia é avanço, mas medidas cautelares pouco discutidas podem perpetuar estigmas (e custos) sobre mulheres que trabalham com educação. A prisão e a detenção têm impactos sociais que vão além do processo.

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Há também um problema de narrativa pública: 'suposto furto' vira manchete, mas faltam dados sobre assistência jurídica, contexto socioeconômico e alternativas à prisão. Políticas públicas deveriam priorizar inclusão, suporte psicossocial e evitar criminalizar vulnerabilidade.

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Reflexão final: como equilibrar a necessária responsabilização com garantias de cuidado e reintegração social? Casos como o de Soledad obrigam a repensar práticas judiciárias, o acesso à saúde e a proteção ao trabalho docente — sem simplificações.

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