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Produtos ‘turbinados’ saíram da academia e foram para a despensa — saiba como escolher com segurança e equilíbrio 🥛🌱

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Produtos “turbinados” com proteína invadiram a despensa das famílias — e nem sempre isso é necessário ou seguro 🥛🧵

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A proteína é essencial: participa da construção e regeneração tecidual, síntese hormonal e defesa imunológica. Mas necessidade ≠ marketing, alerta a nutróloga Dra. Marcella Garcez — antes de acrescentar suplementos, entenda pra que seu corpo realmente precisa.

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O consumo de concentrados proteicos subiu 6,2% (Abiad, 2024) e o whey virou quase onipresente. Versões “turbinadas” de alimentos prometem energia, mas podem trazer excesso de calorias, açúcares e aditivos — leia rótulos com atenção.

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Como consumir com segurança: calcule suas necessidades (referência geral: ~0,8 g/kg/dia; atletas e idosos podem precisar mais), priorize alimentos integrais, varie fontes (plantas + animais) e consulte um profissional antes de iniciar suplementação.

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Há também uma dimensão social e ambiental: suplementos caros ampliam desigualdades de acesso; produção proteica animal tem maior pegada ambiental; e o mercado precisa de regulação e transparência — responsabilidade das empresas e fiscalização pública.

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Reflexão final: mais proteína na prateleira não significa mais saúde. O dado da Abiad (6,2%) mostra o tamanho do fenômeno — o melhor investimento é informação: calcule, priorize qualidade e busque orientação profissional.

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