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🧵 Erfan Nabian diz ter sofrido tortura, confissão forçada e uma execução simulada após ser detido durante protestos no Irã.

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Um manifestante iraniano de 26 anos afirma ter sofrido tortura, confissão forçada e uma execução simulada após ser preso nos protestos de janeiro em Isfahan. O relato foi dado ao Iran International. 🧵

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Erfan Nabian, cujo nome legal é Erfan Hajbonian Dehaghani, diz que foi condenado à morte após a detenção. Em local não revelado, ele relatou ter passado por isolamento e interrogatórios ligados ao caso da praça Alikhani.

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Segundo Nabian, agentes lhe disseram para escrever o testamento e perguntaram qual seria sua última refeição. Vendado, ele teria sido levado a outro cômodo, colocado sobre um banco e recebido uma corda no pescoço.

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Ele afirma que a corda permaneceu em seu pescoço por 5 a 10 minutos enquanto era questionado sobre os protestos, a senha do celular e acusações que nega. Depois, teria sido obrigado a gravar um vídeo dizendo que não apanhou.

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Nabian diz que, quando não respondia como os interrogadores queriam, a gravação era interrompida e ele era agredido antes de recomeçar. O relato não pôde ser verificado de forma independente nesta reportagem.

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Ele também afirmou que, em 8 de janeiro de 2026, forças de segurança disparavam munição real contra manifestantes na praça Alikhani. Disse ter sido atingido por quatro ou cinco projéteis na perna e evitado buscar hospital por medo de ser preso.

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O caso expõe denúncias graves sobre tratamento de detidos e uso da pena de morte no contexto de protestos. Investigações independentes, acesso à defesa e proteção contra tortura são garantias básicas previstas no direito internacional.

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