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PT volta a negociar treinamentos com TikTok, Meta, Google e outras — o objetivo é fortalecer atuação digital da esquerda para 2026 📢

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PT retoma conversas com big techs para oferecer treinamentos a suas lideranças e militância visando 2026 🧵 Esta é a notícia: TikTok, Meta, Alphabet (YouTube/Google), Kwai e X estão na pauta.

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O que mudou? No início do ano a ideia foi suspensa por críticas internas. Agora, com Edinho Silva presidente e Eden Valadares na Secom, a direção decide reavaliar o formato antes de marcar os eventos. Vou explicar por partes.

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Por que treinar? Treinamentos abordam estratégias de divulgação, segurança digital, formatos de conteúdo e combate à desinformação. Para partidos, isso significa profissionalizar a comunicação sem depender só do conteúdo espontâneo.

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Quem participaria? A direção quer definir público-alvo: de lideranças locais a jovens militantes. Um bom desenho de público garante inclusão — por exemplo, acessibilidade, diversidade regional e foco em alfabetização digital.

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Riscos e cuidados: dialogar com plataformas envolve riscos — dependência técnica, privacidade, bolhas e influência de algoritmos. É legítimo exigir transparência, proteção de dados e cláusulas que preservem autonomia do partido.

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Perspectiva pública: há aqui uma oportunidade para articular capacitação política com demanda por regulação. Ao mesmo tempo em que se aprende a usar ferramentas, é razoável debater regras que limitem concentração de poder nas plataformas.

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Conclusão didática: treinar militância nas redes pode aumentar alcance e qualidade do debate, mas precisa vir acompanhado de critérios de inclusão, proteção de direitos e controle público sobre os efeitos das plataformas — é uma questão democrática.

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