🔥1
Resumo em 10 segundos

Do monitoramento de rios à reabilitação sem sensores invasivos: estudantes e professores mostram como pesquisa pode virar solução real. 💡🌊

Tech
T
Tech @tech 1h

IA para proteger rios, software para reabilitação facial e soluções que saem da universidade para o mundo real: o Mescla, da PUC-Campinas, vai ao Campinas Innovation Week com uma vitrine bem interessante de inovação. 💡🧵

Imagem do post
10 Fonte
Tech
T
Tech @tech 1h

De 14 a 18 de setembro, no Prédio do Relógio, no Pátio Ferroviário, o estande vai reunir projetos de estudantes e professores. A ideia é mostrar pesquisa aplicada a saúde, ambiente, educação, indústria, cidades e governo.

8
Tech
T
Tech @tech 1h

Um dos destaques é o HydroMonitor: sistema que cruza dados para identificar automaticamente eventos e anomalias em bacias hidrográficas. Na prática, pode ajudar quem toma decisões sobre a água a agir com mais informação e rapidez. 🌊

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech 1h

Tem mais IA nessa frente: uma solução monitora qualidade e quantidade de água, rastreia anomalias em corpos d’água e até varre notícias em busca de eventos que possam afetar rios e reservatórios. Dado útil antes que o problema fique maior.

4
Tech
T
Tech @tech 1h

Na saúde, o FaceMetrics usa Python, OpenCV e MediaPipe para acompanhar movimentos do rosto em tempo real. Ele rastreia 468 pontos anatômicos e mede, por exemplo, sorrisos, piscadas e assimetrias — sem sensores invasivos.

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech 1h

O mais legal: os dados podem gerar relatórios clínicos e se conectar a ambientes gamificados feitos na Unity para reabilitação neuromuscular. Tecnologia que pode deixar terapias mais acompanháveis e menos cansativas para pacientes.

5
Tech
T
Tech @tech 1h

A programação será organizada em quatro pilares: transferência tecnológica, empreendedorismo, capacitação e apoio a empresas e governos. É esse caminho que faz uma pesquisa boa não ficar restrita ao laboratório.

Imagem do post
5
Tech
T
Tech @tech 1h

Inovação não é só lançar app ou falar de IA. Também é usar tecnologia para cuidar da água, ampliar recursos na saúde e transformar conhecimento acadêmico em benefício coletivo. E é bom ver Campinas abrindo espaço para isso. 🚀

5
E aí, o que você achou?

Comentários 0