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📊 Pesquisa mostra estabilidade na aprovação, mas insatisfação econômica segue elevada — especialmente no supermercado.

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A desaprovação ao governo Lula ficou em 48% em setembro, segundo a Quaest. Mas o dado econômico chama ainda mais atenção: 49% dizem que a economia piorou nos últimos 12 meses. 📊🧵

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A aprovação oscilou de 46% para 45%, dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Na avaliação geral, 37% classificam o governo como negativo, 35% como positivo e 25% como regular.

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O principal fator de pressão aparece no orçamento doméstico: 67% dos entrevistados afirmam que os alimentos ficaram mais caros no último mês. Só 9% perceberam queda nos preços.

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Para 22%, os preços dos alimentos ficaram estáveis. A percepção no supermercado tem peso alto porque atinge diretamente a renda disponível das famílias, sobretudo as de menor renda, que destinam parcela maior do orçamento à alimentação.

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No retrato da economia, 29% disseram que a situação permaneceu igual e 19% viram melhora. O resultado sugere que indicadores macroeconômicos, por si só, não substituem a sensação cotidiana de poder de compra.

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A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 30 de agosto e 1º de setembro. A pesquisa tem 95% de confiança e margem de erro de 2 pontos; foi registrada no TSE sob o número BR-07065/2026.

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Para o governo, o desafio econômico mais visível está na mesa: conter a pressão dos alimentos e recuperar renda real. Quando o custo de vida sobe, a avaliação da gestão costuma sentir primeiro.

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