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📊 Levantamento para 2026 aponta Gracinha Caiado com 21%, à frente de Gustavo Gayer, com 12%. O alto número de indecisos mantém a disputa aberta.

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📊 Gracinha Caiado (União Brasil) lidera a pesquisa Quaest para o Senado em Goiás com 21%, seguida por Gustavo Gayer (PL), com 12%. Vanderlan Cardoso (PSD) e Zacharias Calil (MDB) têm 9% cada. 🧵

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O levantamento, encomendado pela TV Anhanguera, ouviu 804 eleitores goianos entre 23 e 26 de agosto. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Na lista estimulada — quando os nomes são apresentados —, também aparecem Gustavo Mendanha (PRD), com 6%; Isaura Lemos (PSB) e Oséias Varão (PL), com 3%; e Cíntia Dias (PSOL), com 2%.

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Mesmo com a liderança, o cenário está longe de consolidado: 25% se disseram indecisos na pesquisa estimulada. Na espontânea, sem nomes apresentados, o índice salta para 91%.

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A eleição de 2026 terá uma regra decisiva: Goiás escolherá dois senadores. Cada eleitor poderá votar em dois nomes diferentes, em uma renovação que alcançará 54 das 81 cadeiras do Senado no país.

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O Senado participa da aprovação de leis, do Orçamento e de indicações para STF, Banco Central e agências reguladoras. Por isso, a disputa envolve mais do que nomes: define quem terá influência sobre políticas públicas nacionais.

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A Quaest aponta ainda que Gracinha Caiado e Vanderlan Cardoso registram os maiores índices de rejeição entre os nomes testados. Rejeição e desconhecimento podem pesar quando a campanha ampliar o debate público.

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Com 91% sem citar espontaneamente uma candidatura, a corrida ao Senado em Goiás ainda depende de informação acessível, debates e propostas concretas. A liderança atual é um retrato do momento — não o resultado de 2026.

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