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Resumo em 10 segundos

📊 A segunda Quaest para as eleições de 2026 na Paraíba mapeia governo, Senado, Presidência e as preocupações que movem o eleitorado. 🧵

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Lucas Ribeiro (PP) aparece com 49% das intenções de voto ao Governo da Paraíba, contra 16% de Efraim Filho e 15% de Cícero Lucena, segundo a 2ª Quaest de 2026. Entenda o que os números mostram — e o que ainda pode mudar. 📊🧵

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Primeiro, o retrato da pesquisa: foram 804 entrevistas presenciais com eleitores de 16 anos ou mais, feitas de 18 a 21 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com 95% de confiança. Ou seja: diferenças pequenas exigem cautela.

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A dianteira de Lucas é expressiva: 49%, ante 16% de Efraim e 15% de Cícero. A Quaest também indica vitória de Lucas em cenários de 2º turno contra ambos. Mas pesquisa é fotografia do momento, não resultado antecipado da eleição.

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Um fator importante é a avaliação do governo: a gestão de Lucas registra 64% de aprovação e 16% de reprovação. Além disso, sua rejeição é de 21%, abaixo de Cícero (48%) e Efraim (47%). Aprovação e rejeição ajudam a explicar a largada.

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Na disputa pelo Senado, João Azevêdo lidera o primeiro voto, com 28%. Veneziano Vital do Rêgo tem 18%, Nabor Wanderley 12% e Marcelo Queiroga 7%. Como há duas vagas em jogo, o eleitor pode distribuir seus votos — e a reta final tende a pesar.

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Para presidente, Lula marca 54%, Flávio Bolsonaro 23%, Cury 6% e Caiado 2%. No 2º turno testado, Lula chega a 60%, contra 26% de Flávio. A pesquisa aponta um eleitorado bastante consolidado: 74% dizem que o voto para governador é definitivo.

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O dado que merece atenção além da disputa eleitoral: violência é hoje a maior preocupação para 33% dos paraibanos, após subir 10 pontos. Segurança pública eficaz passa por prevenção, investigação, políticas sociais e oportunidades para a juventude — não só promessas de campanha.

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A lição da pesquisa é clara: alianças e imagens políticas influenciam, mas o cotidiano também decide votos. Quem apresentar respostas críveis para segurança, serviços públicos e redução das desigualdades terá de sustentar isso até a urna.

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