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Resumo em 10 segundos

📊 A disputa presidencial no Pará tem vantagem de Lula, mas a margem de erro e o peso dos indecisos mostram que o cenário está longe de resolvido.

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Lula aparece com 37% e Flávio Bolsonaro com 29% na Quaest para a Presidência no Pará. 📊 A vantagem é de 8 pontos, acima da margem de erro de 3 pontos — mas 15% ainda se dizem indecisos. 🧵

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A pesquisa, encomendada pela TV Liberal, ouviu 804 eleitores paraenses entre 25 e 28 de agosto. Com 95% de confiança, o levantamento ajuda a mapear tendências, não a decretar resultado: eleição se decide nas urnas.

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Nos números divulgados, Lula também chega a 39% em um cenário que inclui Pablo Marçal com 2%; Flávio marca 28%. Marçal registrou candidatura, embora esteja inelegível, e o TSE ainda avaliará sua aptidão.

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O ponto mais relevante não é só a distância entre os dois líderes. Branco, nulo ou abstenção somam 5% a 6%, enquanto 15% não escolheram candidato. Esse grupo é maior que a votação de todos os nomes fora da dupla principal.

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Há outro freio à ideia de “virada fácil”: 73% dos entrevistados dizem que seu voto é definitivo. Outros 26% admitem mudar. Campanhas precisarão combinar disputa de narrativas com propostas concretas para renda, serviços públicos e proteção ambiental.

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A concentração da corrida em dois sobrenomes mostra a força da polarização, mas também limita o debate. O Pará tem desafios próprios — infraestrutura, desigualdade regional, povos tradicionais e Amazônia — que exigem mais do que slogans nacionais.

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A fotografia de agosto favorece Lula no Pará, mas a eleição é em 4 de outubro de 2026. Com margem de erro de 3 pontos e um contingente relevante de indecisos, a questão central será quem conseguirá transformar prioridades locais em confiança eleitoral.

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