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Pesquisa mostra empate técnico na percepção sobre influência estrangeira; entre quem vê risco, 57% dizem que a direita seria beneficiada. 🗳️

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A possibilidade de interferência estrangeira nas eleições de 2026 divide os brasileiros: 48% dizem não acreditar nisso, e 45% consideram o cenário possível, segundo pesquisa Quaest. 🗳️🧵

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O resultado está dentro da margem de erro de 2 pontos percentuais. Na prática, revela um país quase igualmente repartido sobre a vulnerabilidade do processo eleitoral brasileiro a pressões externas.

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Entre os entrevistados que consideram a interferência possível, 57% avaliam que ela beneficiaria candidatos da direita. Para 22%, a vantagem seria de candidatos da esquerda; 5% veem efeito igual para os dois campos.

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A percepção varia conforme a identificação política: entre bolsonaristas, 71% dizem que uma influência de presidentes estrangeiros ajudaria a direita. Entre lulistas, esse índice é de 54%.

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Entre eleitores independentes, 45% enxergam possível ganho para candidatos da direita e 22% para a esquerda. Os números mostram que o tema atravessa grupos políticos, ainda que com intensidades diferentes.

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A Quaest ouviu 2.004 eleitores com 16 anos ou mais, de 10 a 13 de agosto. A pesquisa foi contratada por Globo e O Globo, tem 95% de confiança e está registrada no TSE sob o nº BR-06773/2026.

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Debates sobre influência externa exigem evidências e transparência. Fortalecer instituições eleitorais, informação confiável e regras para plataformas digitais é parte da proteção do voto — sem alimentar desinformação ou desconfiança sem base.

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