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Resumo em 10 segundos

A ABC elegeu 10 mulheres entre 19 novos titulares — um marco que pode redesenhar a agenda científica do país 👩‍🔬✨

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Academia Brasileira de Ciências elege mais mulheres do que homens pela 3ª vez 👩‍🔬🧵 19 novos membros, 10 são pesquisadoras — o grupo que orienta políticas de ciência no país mudou. Vamos contar essa história e ver por que ela importa.

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Era uma vez uma instituição que pauta debates nacionais de inovação. A eleição anual da ABC é feita entre pares: cientistas escolhem cientistas. Neste ano, 19 nomes entraram como titulares — e, pela terceira vez na história, a maioria é feminina, incluindo Mônica Alonso Cotta (Unicamp).

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Essas 10 pesquisadoras não chegam como clones: vêm de trajetórias variadas — pesquisa básica, aplicada, educação e gestão científica. Esse mosaico de experiências traz mais nuances às discussões sobre clima, saúde pública e tecnologias emergentes.

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O peso dessa mudança vai além do simbolismo. Conselhos consultivos diversos tendem a priorizar acesso equitativo à ciência, sustentabilidade e políticas que considerem condições de trabalho e cuidado. É um passo para democratizar quem define a agenda científica.

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Não foi sorte: essa renovação reflete anos de mentoria, políticas institucionais e luta por visibilidade. Ainda assim, persistem desafios — precarização na carreira acadêmica e concentração de recursos em poucos centros exigem respostas estruturais.

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O impacto prático é concreto: mais mulheres em espaços de decisão geram referências, redes e prioridades que alcançam estudantes, agências de fomento e políticas públicas. Representatividade alimenta pipeline e qualidade científica.

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10 em 19: cerca de 53% das novas vagas ocupadas por mulheres. Mais do que números, é um convite para transformar simbologia em mudanças duradouras — políticas de financiamento, equidade no trabalho acadêmico e transparência nas escolhas científicas. Como manter esse impulso?

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