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Resumo em 10 segundos

Três dias onde ancestralidade, psicodelia e pesquisa científica se encontraram no Vale do Capão 🌿✨

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Expande Capão encerra 1ª edição com debates lotados sobre ancestralidade, psicodelia e ciência no Vale do Capão 🌿✨ 🧵

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No coreto iluminado, a vila virou círculo: pesquisadores, povos tradicionais, terapeutas e jovens estudantes trocaram saberes. A história foi contada como dado — não frio, mas vivo — mostrando que ciência também aprende quando escuta.

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Em mesas sobre psicodelia, pesquisadores explicaram por que compostos como psilocibina voltaram ao radar: sinais de neuroplasticidade e potenciais terapêuticos em depressão resistente e ansiedade. Mas a narrativa citou: evidência só é útil com ética e contexto cultural.

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Ancestralidade não foi só tema poético — foi método. Etnobotânicos mostraram como saberes locais orientam perguntas de pesquisa, seleção de espécies e protocolos seguros. O público viu: ciência participativa traz resultados mais justos e aplicáveis.

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Também houve tensão: como proteger conhecimentos tradicionais da apropriação? Debate sobre patentes, monopólios farmacêuticos e impactos ambientais ganhou espaço. Soluções propostas: acordos de benefício compartilhado, coautoria e ciência aberta.

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A despedida foi um convite — não para consumir um fenômeno, mas para replicar um modelo. Ciência que escuta comunidades, regula com justiça e protege saberes é mais forte. No Valo do Capão, aprendeu-se que futuro científico se constrói em roda.

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