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Resumo em 10 segundos

Falhas de comunicação entre médicos e pacientes elevam o risco de erro no cuidado. Não é detalhe: é segurança do paciente 🩺🧠

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Falha de conversa, risco real: deslizes na comunicação entre médico e paciente estão por trás de muitos erros no cuidado. No Brasil, isso é meta oficial de segurança. E 17/9 marca o Dia Mundial do tema. Bora entender por quê? 🧵🩺

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Segundo o psicólogo e prof. Luciano Edgley, cerca de 60% dos eventos adversos em saúde têm a comunicação como fator contribuinte. Ou seja: não é “mimimi”. É segurança. Explicar direito, ouvir com atenção e registrar bem salvam vidas.

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O que é comunicação efetiva na prática? Linguagem clara (sem jargão), confirmar entendimento, checar alergias e medicações, combinar próximos passos e registrar no prontuário. Simples? Parece. Mas na correria, isso costuma falhar.

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Onde costuma dar ruim: orientações verbais sem confirmar, letras/abreviações confusas, prontuário incompleto, barulho e interrupções, atendimento cronometrado, paciente com vergonha de perguntar. Resultado: remédio errado, dose trocada, exame desnecessário…

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Dicas rápidas: Profissionais: use o teach-back (“me conta com suas palavras como vai tomar?”), valide dúvidas, e combine retorno. Pacientes: leve lista de remédios, alergias e perguntas; peça pra repetir; leve acompanhante se puder. É seu direito entender o próprio cuidado.

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Inclusão importa: materiais em leitura simples, intérprete de Libras/idiomas, pictogramas, tempo pra ouvir. Pessoas idosas, com deficiência, de diferentes culturas e níveis de escolaridade também precisam entender. Comunicação acessível = menos erro e mais equidade.

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Sistemas ajudam: protocolos (SBAR), prontuário eletrônico bem usado, lembretes e treinamento contínuo fortalecem a cultura de segurança. No fim, o dado que pesa: 60% dos problemas têm comunicação no meio. Investir nisso é barato perto do que evita — e salva vidas.

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